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01/07/2007

"Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito. E você estava esperando voar... Mas como chegar até as nuvens com os pés no chão?" (EU ERA UM LOBISOMEM JUVENIL_Legião Urbana)

 

Boa Alta Madruga, gente...--->

Oi, vim aki postar só pra comparecer mesmo... Nada de especial pra dizer ao grande público (hoho, "grande" com menos de 80 visitas ao blog ¬¬). Sei lá, hoje toh meio assim, tentando controlar o "meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi", até por que não achei quem tenha a cura pra ele...rsrsrs... Meu recesso foi calmo, o que não necessariamente quer demonstrar uma coisa boa. Bem, não tenho realmente do que reclamar: dormir, internet, madrugar acordada, internet, comer, internet. Entretanto, não peguei um só minuto no módulo pra estudar!! Meu Deus, onde é que eu toh com a cabeça??

Dps de amanhã é a volta às aulas. Mais oito meses sem intervalo naquele colégio, com aquelas aulas insuportáveis (salvo Dorival, Lorenza, Mara Rute), um monte de gente chata... E o vestibular como refrão-mor, quase um mantra invertido.

Me inscrevi num concurso literário ontem, crônicas sobre Vida e Obra de Jorge Amado... Não sei, se sair algo bom talvez seja mesmo um sinal de que eu posso investir nisso mais tarde, talvez jornalismo literário na Inglaterra... (putz, voei alto agora)

Ahhh, well, vou dormir, toh morrendo de sono... Boa noite a todos, ao som de Natinho...

A Montanha Mágica_Renato Russo

Sou meu próprio líder: ando em círculos
Me equilibro entre dias e noites
Minha vida toda espera algo de mim
Meio-sorriso, meia-lua, toda tarde

Minha papoula da Índia
Minha flor da Tailândia
És o que tenho de suave
E me fazes tão mal

Ficou logo o que tinha ido embora
Estou só um pouco cansado
Não sei se isto termina logo
Meu joelho dói
E não há nada a fazer agora

Para que servem os anjos?
A felicidade mora aqui comigo
Até segunda ordem
Um outro agora vive minha vida
Sei o que ele sonha, pensa e sente
Não é por incidência a minha indiferença
Sou uma cópia do que faço
O que temos é o que nos resta
E estamos querendo demais

Minha papoula da Índia
Minha flor da Tailândia
És o que tenho de suave
E me fazes tão mal

Existe um descontrole, que corrompe e cresce
Pode até ser, mais estou pronto prá mais uma
O que é que desvirtua e ensina?
O que fizemos de nossas próprias vidas

O mecanismo da amizade,
A matemática dos amantes
Agora só artesanato:
O resto são escombros

Mas, é claro que não vamos lhe fazer mal
Nem é por isso que estamos aqui
Cada criança com seu próprio canivete
Cada líder com seu próprio 38

Minha papoula da Índia
Minha flor da Tailândia

Chega, vou mudar a minha vida
Deixa o copo encher até a borda
Que eu quero um dia de sol
E um copo d'água


Escrito por Mel Andrade às 02h58
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